Vizinho Hétero Descobrindo Fantasias Proibidas

Relato Real | Tempo de leitura: ~5 min

A Noite em que Brody Me Mostrou Sua Lista

Eu morava ao lado de Brody fazia três anos antes da noite que mudou completamente a relação entre nós.

Ele era o tipo de vizinho impossível de ignorar.

Tinha quase 1,90m, corpo largo, ombros enormes e coxas grossas de quem passou a vida treinando ou jogando esporte. Aquele visual clássico de hétero padrão: cabelo castanho curto, barba sempre por fazer e uma confiança natural que parecia vir sem esforço.

Quase toda noite eu via Brody andando pelo condomínio usando aqueles shorts largos de basquete, caídos no quadril. E eles definitivamente não escondiam o volume pesado balançando entre as pernas enquanto ele caminhava.

Eu já tinha roubado olhares mais vezes do que gostaria de admitir.

Durante muito tempo nossa relação ficou só no casual. Conversas rápidas no corredor, reclamações sobre o calor ou os aparelhos quebrados da academia do prédio.

Mas tudo começou a mudar depois que a esposa dele foi embora, quase um ano atrás.

Aos poucos, as cervejas na varanda viraram rotina. As conversas começaram a ir madrugada adentro. Eu percebia que o divórcio tinha deixado marcas profundas, mas Brody quase nunca entrava nos detalhes.

Naquela noite, a batida na porta veio pouco depois das nove.

Quando abri, ele estava exatamente como sempre: shorts de basquete baixos demais e uma camiseta preta justa marcando o peito largo.

O cabelo estava bagunçado e a barba parecia mais cerrada do que o normal.

— E aí, Finn — disse ele, com a voz baixa e rouca. — Tem uns minutos?

— Claro, entra aí.

Ele entrou trazendo aquele cheiro limpo de sabonete que eu já conhecia bem.

Peguei duas cervejas geladas na geladeira e fomos para o sofá, como fazíamos tantas outras noites.

Brody ocupava espaço pra caralho.

As pernas grossas abertas, um braço pesado jogado no encosto do sofá, corpo relaxado… mas havia alguma coisa diferente nele naquela noite.

Nos primeiros minutos falamos sobre assuntos normais. O jogo da noite anterior, o calor absurdo daquele verão, a nova moradora do terceiro andar.

Só que eu percebia que ele estava inquieto.

Brody não parava de mudar de posição, esfregando as mãos grandes nas coxas enquanto evitava me olhar por muito tempo.

Aquela confiança tranquila dele simplesmente tinha desaparecido.

Até que finalmente ele colocou a cerveja na mesa de centro e se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos.

— Beleza… vou falar logo — murmurou, olhando para o chão. — Isso vai soar estranho pra caralho.

Fiquei quieto, esperando.

Ele soltou um suspiro pesado.

— Depois que minha esposa foi embora, ela não saiu de forma tranquila. Sentou comigo e acabou comigo de vez. Disse que nosso sexo era sem graça fazia anos. Muito básico. Muito certinho. Falou que me traiu porque queria emoção.

Brody passou a mão na nuca. O bíceps grosso contraiu com o movimento.

— Mas a parte que realmente fodeu minha cabeça foi outra…

Ele hesitou por um instante antes de continuar.

— Ela disse que nunca teve vontade de chupar meu pau de verdade. Nunca. Mesmo comigo pedindo durante anos.

A voz dele ficou carregada de frustração.

— Eu amo boquete. Sempre amei. A sensação de uma boca quente… alguém curtindo aquilo… mas ela fazia parecer que eu tava pedindo algo nojento. Quando muito, fazia dois minutos no meu aniversário.

Ele balançou a cabeça, irritado consigo mesmo.

— Passei anos deitado do lado dela, duro pra caralho, sabendo que ela não queria me tocar daquele jeito. Isso mexeu muito comigo. Me fez sentir insuficiente. Como se eu fosse exagerado só por querer ser chupado direito.

Assenti devagar, deixando ele falar.

— Depois do divórcio — continuou — comprei uma Fleshlight. Comecei a usar praticamente toda noite. Às vezes duas vezes por dia.

Ele deu uma risada amarga.

— E sendo sincero? Era melhor do que transar com ela no fim do casamento. Pelo menos o brinquedo não me fazia sentir vergonha dos meus desejos.

O silêncio ficou pesado entre nós.

O peito largo dele subia e descia mais rápido agora. As coxas grossas tensionavam sob o tecido fino do short.

— Alguns meses depois da separação… eu fiz uma lista — confessou, abaixando ainda mais a voz. — Quatro coisas que eu sempre tive vontade de fazer, mas vergonha demais pra pedir.

Ele puxou o celular do bolso do short e mexeu na tela por alguns segundos.

Então levantou os olhos para mim.

— Eu chamo de “Lista Safada do Brody”.

Não consegui evitar a risada.

Não era deboche. Era genuíno. Meio surpreso, meio encantado com o fato dele ter dado aquele nome tão sério pra parada.

As orelhas dele ficaram vermelhas na mesma hora.

— Você vai achar estranho se eu te mostrar?

Balancei a cabeça, sorrindo.

— Nada disso. Mostra aí.

Ele hesitou por um segundo antes de me entregar o celular. Nossos dedos se tocaram rapidamente.

A nota aberta na tela tinha o título: “Lista Safada do Brody”.

Comecei a ler em voz alta.

— “Número um…” — falei, olhando pra ele com um sorriso de canto. — “Ganhar um boquete bem babado, sem usar as mãos, enquanto ela olha nos meus olhos o tempo todo.”

Brody mudou de posição no sofá. As pernas abriram um pouco mais.

Dava pra ver o nervosismo nele… mas também outra coisa.

Tesão.

Continuei descendo a lista.

— Hm… essa aqui me surpreendeu um pouco. Você fantasia com isso faz tempo?

As orelhas dele ficaram rosadas de novo.

Quando cheguei ao terceiro item, comecei a rir baixo.

— Tá ficando safado, hein?

Ele cobriu o rosto com uma mão enorme.

— Caralho… ouvir você lendo em voz alta faz tudo parecer insano.

Li o último item sentindo o clima entre nós mudar completamente.

O ar parecia mais quente.

Pesado.

Cheio de tensão.

Entreguei o celular de volta e me joguei contra o sofá, ainda sorrindo.

A lista era simples. Honesta. Crua.

E absurdamente excitante.

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Brody me encarou por alguns segundos antes de falar:

— Você tá me julgando. Tô vendo na sua cara.

Caí na gargalhada outra vez.

Me inclinei pra frente, apoiando os braços nos joelhos, encarando ele diretamente.

— Brody… isso aí é literalmente o básico de um sexo gostoso.

Ele piscou, confuso.

— Querer um boquete decente? Querer sentir alguém curtindo chupar teu pau ao invés de tratar isso como obrigação? Isso não é estranho. É normal. Sua ex fez você achar que desejar essas coisas era errado. Mas não é.

Brody ficou quieto, absorvendo aquilo.

— Parece diferente falando disso com outro cara — murmurou, esfregando as mãos nas coxas grossas outra vez.

— É diferente — respondi calmamente. — Mas diferente não significa errado.

Ele levantou os olhos.

— O que você quer dizer com isso?

Me aproximei um pouco mais, mantendo a voz tranquila.

— Faz quanto tempo que você fez essa lista?

— Uns dez meses.

— E não realizou nada dela ainda?

Ele negou com a cabeça.

— Nenhuma. Toda vez que penso em tentar… travo.

Observei ele em silêncio por alguns segundos.

Então falei devagar:

— E se eu te ajudasse a realizar os itens da lista?

Brody congelou.

O corpo inteiro ficou imóvel no sofá.

— Cara… mas você é homem — disse, a voz falhando levemente. — Eu… eu não sei…

Passei a falar num tom calmo, sem pressionar.

— Eu sei que é muita coisa pra processar. Mas pensa comigo. Você fez essa lista porque tá cansado de sentir que falta alguma coisa. Sua esposa te fez sentir vergonha dos próprios desejos. Você tá carregando isso há quase um ano.

Fiz uma pausa antes de continuar.

— Eu moro do lado. Você confia em mim. Sem pressão. Sem rótulos. Sem ninguém precisar saber.

Brody ficou em silêncio por um longo tempo.

A mandíbula travada. O peito subindo lentamente.

Dava pra enxergar a luta interna acontecendo dentro dele.

— Eu não sou gay — murmurou por fim.

Sorri de leve.

— Você não precisa colocar nome em nada. É só prazer. Só experimentar algo que sempre quis.

Ele passou a mão pelos cabelos, claramente abalado.

Os shorts tinham subido nas coxas grossas e o volume entre as pernas estava impossível de ignorar agora.

— Caralho… você tá falando sério mesmo.

— Tô.

Brody se recostou no sofá e soltou um longo suspiro trêmulo.

O silêncio voltou.

Mas dessa vez parecia diferente.

Mais carregado.

Como se a ideia estivesse começando a criar raízes dentro dele.

Finalmente, ele ergueu os olhos.

Mais escuros.

Mais intensos.

— Se a gente fizer isso… vai ser devagar?

— Um item por vez — confirmei. — Você controla tudo.

Ele assentiu lentamente.

Um sorriso nervoso apareceu no canto da boca.

— Isso é loucura. Eu vim aqui só pra desabafar… e agora você tá se oferecendo pra me ajudar a realizar minhas fantasias.

— Você merece sentir prazer do jeito que sempre quis, Brody.

Ele se levantou devagar, o corpo alto preenchendo o espaço da sala.

Ficou me olhando por alguns segundos.

E havia algo diferente naquele olhar agora.

Mais quente.

Mais íntimo.

— Vou pensar nisso hoje à noite — disse com a voz rouca. — E… se eu decidir continuar… vou bater na sua porta.

— Sem pressa. Eu vou estar aqui.

Brody caminhou até a saída.

Antes de abrir a porta, parou e olhou pra trás uma última vez.

— Valeu, Finn. Sério. Só de conversar sobre isso… já parece diferente.

A porta se fechou atrás dele.

E eu fiquei sozinho no sofá por muito tempo depois disso, sentindo o coração bater forte.

Brody carregava aquela lista havia dez meses. Vergonha, rejeição, insegurança… tudo acumulado dentro dele.

Mas agora a proposta estava feita.

E, no fundo, eu já sabia:

Quando ele voltasse, nada entre nós seria igual outra vez.

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