Tesão Sem Internet 2: Meus Amigos Héteros Queriam Mais

Relato Real | Tempo de leitura: ~5 min

Acordei cedo, antes mesmo do resto da casa dar sinal de vida.

A sala ainda carregava o cheiro da noite anterior — um cheiro pesado, masculino, quente. O tipo de aroma que entregava exatamente o que tinha acontecido ali. Restos secos de gozo no sofá, roupas espalhadas pelo chão, garrafas de cerveja vazias.

E o silêncio.

Mas não um silêncio comum.

Era aquele silêncio depois de algo que ninguém tinha planejado… mas que todos lembravam com o corpo inteiro.

Sentei no chão, encostado no sofá, sentindo o ar fresco da manhã bater na pele. Eu sabia que naquele dia iríamos mais longe.

Porque depois que você vê alguém completamente entregue ao próprio tesão, não existe mais “voltar ao normal”.

Ouvi passos vindo do corredor.

Primeiro os de Max, pesados e confiantes.

Depois os de Dan, mais leves, hesitantes.

Os dois entraram praticamente juntos na sala.

E os dois estavam apenas de cueca.

Como se nem tivessem se dado ao trabalho de procurar as camisetas.

Como se a nudez tivesse virado algo natural depois da noite anterior.

Ou talvez…

Excitante.

Max se espreguiçou lentamente, deixando o volume duro marcado na cueca totalmente evidente. Dan ajeitou a própria boxer, revelando o topo do pau endurecendo por baixo do tecido.

— Bom dia — falei calmamente, observando os dois.

— Dia… — Max respondeu sem jeito, mas logo olhou pra TV. — Vai ter filme hoje também?

Sorri de canto.

Sem falar nada, abri o armário e peguei outro DVD.

Esse era mais pesado.

Coloquei no aparelho.

Na tela, dois caras estavam sentados no sofá enquanto um terceiro ajoelhado chupava os dois alternadamente, sem pressa, engolindo fundo.

Max congelou.

Dan deu um passo mais perto da TV quase sem perceber.

Eles já nem tentavam fingir.

Os paus endureceram na mesma hora, marcando forte na cueca.

Max passou a mão pela barriga, logo acima do elástico, tentando manter o controle.

— Caralho… — ele murmurou. — O jeito que ele tá chupando…

Dan não conseguia desgrudar os olhos da tela. Os lábios entreabertos denunciavam o quanto aquilo estava mexendo com ele.

O clima ficou pesado instantaneamente.

Eles já não estavam curiosos.

Estavam com vontade.

Muita vontade.

Na tela, o cara mamava os dois ao mesmo tempo, alternando entre um pau e outro com confiança.

No sofá, Max apertava o volume da cueca sem nem tentar disfarçar.

Dan fazia o mesmo.

Os dois sincronizados.

Os corpos já tinham aceitado o que as cabeças ainda tentavam entender.

Eu sabia que bastava mais um passo.

Só uma frase.

E eles iriam até o fim.

Os dois sentaram lado a lado no sofá, tão próximos que parecia impossível existir espaço entre eles. Max apoiou o braço no encosto enquanto Dan se inclinava levemente pra frente, completamente concentrado.

Na tela, o boquete continuava.

Cada vez que o ator engolia mais fundo, Max tensionava o corpo inteiro.

Dan soltava a respiração devagar.

As cuecas dos dois mal conseguiam esconder o tesão.

Max apertou o próprio volume lentamente, como se testasse o quanto estava duro.

Dan puxou o tecido de leve, deixando o contorno do pau pulsando ainda mais visível.

Eu observava os dois.

O quanto queriam saber até onde aquilo iria.

E o quanto queriam que fosse eu conduzindo.

Então me inclinei pra frente e falei calmamente:

— Eu faço melhor que ele.

Silêncio.

Pesado.

Elétrico.

Max abriu a boca, mas não conseguiu responder.

Dan me encarava como se não acreditasse que eu tinha dito aquilo tão naturalmente.

Mas os corpos deles responderam primeiro.

Os paus latejando por baixo da cueca ficaram impossíveis de esconder.

— Então vem… — Max falou rouco, finalmente. — Quero ver.

Dan respondeu quase imediatamente:

— Eu também.

Naquele instante tudo deixou de ser acidente.

Os dois puxaram as cuecas devagar, expondo os corpos sem vergonha nenhuma.

Max era grosso, pesado, cheio de veias saltadas.

Dan tinha um pau longo, firme, pulsando junto com a respiração acelerada.

Me ajoelhei entre eles.

Perto o suficiente pra sentir o calor das pernas dos dois.

O cheiro da pele.

O tremor dos corpos.

Os quadris deles se ergueram instintivamente só com minha aproximação.

Eles estavam prontos.

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Sem hesitação.

Sem medo.

E eu sabia que aquele era o primeiro momento em que o controle entre nós se tornava físico de verdade.

Segurei primeiro o pau de Max pela base.

O corpo dele inteiro arrepiou.

Passei a língua lentamente na cabeça, provocando antes de colocar na boca.

Max fechou os olhos imediatamente.

Dan observava tudo de boca aberta, o próprio pau pulsando sozinho.

Engoli Max devagar, deixando ele sentir o calor da minha boca sem pressa. Minha língua deslizava por baixo do pau enquanto ele perdia o controle aos poucos.

O primeiro gemido escapou rouco.

Então fui até Dan.

A pele dele queimava sob meus dedos.

Passei a língua da base até a ponta lentamente.

Dan puxou o ar tão forte que o peito inteiro tremeu.

— Puta merda… — Max gemeu quando voltei pra ele, dessa vez chupando mais fundo.

Eu alternava entre os dois sem pressa.

Às vezes lento.

Às vezes intenso.

Sempre controlando o ritmo.

Os corpos deles começaram a responder completamente.

Max segurava firme a lateral do sofá enquanto empurrava os quadris involuntariamente.

Dan observava quase hipnotizado, as pernas abertas me dando ainda mais espaço entre elas.

Voltei pra ele.

Engoli mais fundo, pressionando a língua exatamente no ponto mais sensível.

Dan gemeu baixo, mas de um jeito totalmente sincero.

— Isso… isso tá melhor que no filme…

Sorri sem parar o boquete.

Continuei alternando entre os dois, deixando claro que eu estava conduzindo tudo exatamente pra onde eles queriam chegar.

As respirações ficaram sincronizadas.

Os quadris começaram a acompanhar meus movimentos.

Os corpos se entregaram completamente.

E eu sabia:

os dois queriam gozar na minha boca.

Max foi o primeiro.

Percebi pela respiração falhando, pelos músculos tensionando, pela mão deslizando pro meu cabelo como se pedisse permissão.

Fui mais fundo.

Mais rápido.

Minha língua percorreu o pau inteiro enquanto ele tremia cada vez mais forte.

— Matt… eu vou…

A frase morreu no meio.

Porque o corpo dele assumiu o controle.

Max gemeu alto quando gozou.

O pau pulsou violentamente dentro da minha boca, jorrando quente várias vezes seguidas enquanto eu engolia tudo sem parar.

Quando ele terminou, ainda ofegante, continuou segurando meu cabelo com cuidado, como se tivesse medo que eu saísse dali.

Dan observava em silêncio.

Mas o corpo dele dizia tudo.

O pau pulsava forte, as pernas abertas, os lábios entreabertos.

Nem precisei perguntar.

Fui direto até ele.

Engoli de uma vez, encontrando imediatamente o ritmo que fazia o corpo dele perder as forças.

Dan soltou um gemido abafado.

— Matt… eu não consigo acreditar…

Os quadris dele começaram a empurrar sozinhos.

Apertei as coxas dele enquanto aumentava o ritmo.

Sentia o abdômen dele contrair em ondas.

A respiração falhar.

Os dedos apertando meu braço.

— Eu vou…

E então ele gozou.

Diferente de Max.

Mais longo.

Mais tremido.

O corpo inteiro arqueou enquanto o gozo quente preenchia minha boca.

Engoli devagar, sentindo cada contração atravessar o corpo dele.

Quando terminou, Dan ficou recostado no sofá, completamente sem ar, os olhos arregalados como se ainda tentasse entender o que tinha acabado de acontecer.

Max olhou pra mim sorrindo.

— Você realmente chupa melhor que o cara do filme.

Dan apenas concordou, ainda vermelho de tesão.

E naquele momento eu percebi algo novo nos olhos dos dois.

Não era mais curiosidade.

Era entrega.

Completa.

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