Universitários Héteros Descobrindo Desejos Secretos

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📅 Publicado 19/05/2026
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O Primeiro Encontro de Ryan e David

Muita gente da polícia perguntava como acabamos entrando num trabalho tão perigoso. A verdade é que tudo aconteceu aos poucos. Pequenas escolhas, pequenos passos, até que quase três anos depois nossa vida já estava completamente diferente.

Mesmo sem gostar daqueles filmes exagerados cheios de violência, eu entendia que algumas situações do meu trabalho acabariam parecendo exatamente aquilo.

Quando chegávamos em operações que a polícia local não conseguia controlar, os agentes sempre ficavam curiosos sobre nosso equipamento e nossas táticas. Principalmente os poucos que chegavam a ver nossa tecnologia funcionando de perto.

A gente eliminou muitos caras perigosos ao longo dos anos.

Mas nunca por diversão.

Se alguém atirava na gente ou tentava matar nossa equipe, a regra era simples: virava plano B. E plano B significava que o sujeito provavelmente sairia dali dentro de um saco preto.

Mas essa história começou muito antes disso.

Muito antes das armas.

Muito antes das missões.

Tudo começou quando eu conheci David.


O Garoto da Aula de Álgebra

A primeira vez que vi David foi na aula de Álgebra, no primeiro dia de faculdade na Universidade do Texas, em Austin.

Ele sentou uma fileira na minha frente.

E imediatamente chamou minha atenção.

O corpo dele parecia com o meu em estrutura, mas era um pouco mais alto. Talvez uns cinco centímetros. Tinha cabelo preto cacheado, sorriso fácil e aquele jeito naturalmente bonito que fazia qualquer pessoa olhar duas vezes.

Alguns colegas diziam que ele parecia uma versão jovem do ator Ricky Garcia.

Eu não conhecia, então procurei depois.

E sinceramente?

Parecia mesmo.

David tinha um jeito leve de andar, quase como se estivesse ouvindo música o tempo todo. Pele clara, sobrancelhas escuras marcantes, braços lisos sem pelos e um rosto bonito demais pra passar despercebido.

Mas o que realmente mexeu comigo foi outra coisa.

A bunda dele.

Redonda. Marcada. Perfeita dentro do jeans.

E, às vezes, dava pra perceber um volume descendo pela perna da calça perto do zíper.

Naquele instante, eu já sabia que ia prestar atenção nele o semestre inteiro.


Tentando Descobrir se David Curtia Caras

Durante as primeiras semanas, comecei a observar tudo sobre ele.

Eu sentava atrás dele nas aulas de Álgebra e Inglês só pra ficar olhando a nuca, os ombros, o jeito que ele mexia as mãos enquanto escrevia.

As garotas do colégio antigo dele claramente tinham crush nele.

Mas David parecia ignorar aquilo.

Ele era educado, sorria… mas não demonstrava interesse real.

E isso começou a me dar esperança.

Eu tentava captar sinais.

O jeito de falar.

Os olhares.

As pequenas expressões.

Nada muito óbvio.

Mas tinha alguma coisa ali.

Só que perguntar diretamente era arriscado demais.

Se eu interpretasse errado, aquilo podia virar um inferno durante anos na faculdade.

Então fui devagar.


A Primeira Conversa

Na segunda semana, finalmente conversamos durante um intervalo perto do banheiro.

— E aí, sou David. Texas City. E você?

— Ryan. South Houston.

O sotaque texano dos dois entregava imediatamente que viemos da mesma região.

Começamos falando sobre aulas, dormitórios, professores…

Mas logo percebi que tínhamos muito em comum.

Os dois eram nerds de tecnologia.

Os dois eram pobres.

Os dois faziam Engenharia Elétrica.

E os dois claramente estavam sozinhos naquela cidade nova.

Foi ali que sugeri:

— Que tal estudarmos juntos pras provas?

David sorriu.

E aceitou na hora.


Noites no Dormitório

A partir dali começamos a passar muito tempo juntos.

Montando amplificadores.

Soldando peças eletrônicas.

Estudando até tarde.

Enquanto ele mexia nos circuitos, eu observava discretamente suas mãos, o peito liso aparecendo pela gola da camisa e o jeito como o jeans marcava o volume entre as pernas.

Meu tesão por ele crescia cada vez mais.

À noite, no dormitório, eu me masturbava pensando nele.

Imaginava encontrar David sozinho em algum lugar escuro, longe do campus, podendo finalmente tocar naquele corpo perfeito.

Mas eu ainda não fazia ideia se ele sentia o mesmo.


A Noite que Mudou Tudo

Tudo mudou numa sexta-feira depois das provas do meio do semestre.

David apareceu durante o intervalo das aulas e perguntou:

— O que você vai fazer hoje à noite?

— Nada demais. Talvez correr. E você?

Ele soltou uma risada cansada.

— Preciso tomar uma cerveja longe desse campus.

Meu coração disparou.

Compramos cerveja e fomos de carro para uma construção abandonada longe da faculdade.

O lugar era enorme. Escuro. Cercado por árvores.

Subimos até o terceiro andar, sentamos no concreto quente e começamos a beber olhando as luzes distantes da cidade.

No começo falamos sobre futebol, professores e garotas do colégio.

Mas conforme a cerveja fazia efeito, a conversa começou a mudar.

David passou a falar mais sobre sexo.

Sobre boquetes.

Sobre punheta.

Sobre como adorava ser chupado.

E quanto mais ele falava, mais eu percebia que aquilo não era conversa hétero comum.

Era provocação.


A Tensão Entre Nós

David descrevia detalhes íntimos demais.

Como gostava de ser tocado.

Como nenhuma garota sabia fazer direito.

Como curtia provocar os amigos quando bebia.

E toda hora repetia:

— Então chupa meu pau.

Falava rindo.

Mas havia verdade escondida ali.

Meu corpo inteiro já estava duro dentro do jeans.

E parecia que o dele também.

A tensão entre nós ficou impossível de ignorar.

Até que ele perguntou diretamente:

— Você já recebeu boquete de um cara?

O mundo pareceu parar por um segundo.

Respirei fundo antes de responder.

— Já… numa festa ano passado.

Ele me encarou no escuro.

Depois sorriu devagar.

— Eu também.

Naquele instante, tudo mudou entre nós.


O Primeiro Toque

Depois de mais algumas cervejas, começamos a brincar de luta no chão de concreto.

Braços se agarrando.

Corpos colados.

Respiração pesada.

Mãos “acidentalmente” tocando entre as pernas.

E nenhum dos dois se afastava.

Até que David me derrubou no chão e percebeu o volume evidente dentro da minha calça.

Ele apertou por cima do jeans e riu.

— Você sempre anda carregando isso tudo aí?

Fiquei sem reação.

O clima ficou intenso demais.

Pouco depois fomos até a beirada do prédio pra mijar olhando a cidade.

Ali, lado a lado, com os paus pra fora pela primeira vez… percebi que não existia mais volta.

David olhou pro meu.

Eu olhei pro dele.

E, pela primeira vez, nenhum dos dois fingiu que não estava encarando.

— Belo pau — murmurei.

Ele abriu um sorriso lento.


O Primeiro Beijo

Quando voltamos para perto das cervejas, tudo aconteceu rápido.

David reclamou que estava duro demais.

Mandou eu tocar nele.

Eu hesitei por um segundo.

Mas então deslizei a mão dentro da cueca dele.

E o corpo inteiro de David reagiu imediatamente.

Quadris empurrando contra minha mão.

Gemidos baixos.

Respiração falhando.

Naquele momento, finalmente entendemos o que os dois queriam desde o primeiro dia de aula.

As roupas começaram a sair.

As mãos exploravam pele quente.

E pouco depois eu já estava ajoelhado entre as pernas dele, chupando devagar enquanto David gemia no escuro daquela construção abandonada.

Foi ali.

Naquela noite quente.

Naquele prédio vazio.

Que nossa história realmente começou.

E, olhando pra trás hoje… acho que nenhum dos dois fazia ideia do quanto aquela primeira noite mudaria nossas vidas para sempre.

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