Conto Gay de Ação e Prazer: Missão Perigosa

Planejando a emboscada
Um conto gay de ação e prazer: Durante o planejamento da captura de Marco, nós analisamos todos os cenários possíveis. Afinal, ele andava armado e, além disso, tinha experiência no tráfico internacional de armas. Portanto, precisávamos assumir que ele sabia atirar muito bem.
David acreditava que as aranhas seriam a melhor opção. O risco para nós seria baixo, embora nunca totalmente inexistente.
A ideia dele era simples: posicionar as aranhas em galhos acima da trilha e esperar Marco passar cavalgando logo abaixo. Segundo David, os olhos dele estariam focados no bebedouro dos cavalos, jamais nas árvores.
Eu sugeri usar duas aranhas liberando gás sonífero ao mesmo tempo. Assim, Marco e o cavalo atravessariam uma área completamente tomada pelo gás invisível.
Enquanto isso, as imagens capturadas pela câmera próxima ao poço se tornaram fundamentais. Graças ao ângulo amplo, conseguimos estudar os movimentos dos cavalos, dos turistas e principalmente do nosso alvo.
Com o passar dos dias, recebemos centenas de fotos. Entre elas, identificamos Marco em mais de setecentas imagens diferentes. Dessa forma, montamos uma linha do tempo completa dos hábitos dele.
O teste do plano
Antes de agir, resolvemos testar tudo em White Sands. Para isso, improvisamos um “cavalo” usando caixas de papelão, fita adesiva e tinta spray.
Um soldado autorizado ajudou nos testes enquanto nós observávamos o movimento sob os galhos. Calculamos velocidade, distância e tempo de reação.
Além disso, também discutimos se usaríamos gás letal ou apenas gás para apagar Marco. Eu insisti no sonífero. Afinal, se ele morresse imediatamente e caísse sob o cavalo, poderíamos perder tempo precioso.
Depois de três dias de simulações, finalmente chegamos ao plano perfeito.
Mesmo assim, eu sentia ansiedade crescendo dentro do peito.
A missão começa
Na segunda-feira, antes do amanhecer, cruzamos a fronteira em direção ao México.
Levávamos mochilas com equipamentos, ferramentas, GPS, filtros nasais e as duas aranhas preparadas para a missão.
O calor do deserto já começava cedo. Ainda assim, seguimos pela trilha como simples turistas praticando caminhada.
Quando finalmente avistamos o vinhedo do rancho, paramos rapidamente para beber Gatorade e recuperar o fôlego.
David observava tudo em silêncio. Já eu tentava controlar o nervosismo.
Esperando o alvo
Pouco depois das nove da manhã chegamos perto do bebedouro.
Segundo nosso cronograma, os turistas passariam primeiro. Depois, Marco apareceria sozinho.
O vento soprava exatamente na direção que precisávamos.
Então escondemos as aranhas nos galhos e nos posicionamos atrás de uma grande pedra.
Minutos depois ouvimos o som lento de um cavalo se aproximando.
Era ele.
Marco surgiu usando jeans, camisa bege e o famoso chapéu branco.
Meu coração disparou imediatamente.
Quando ele entrou na área marcada, ativamos o gás.
O ataque
Marco passou pela primeira aranha sem perceber absolutamente nada.
Logo depois da segunda, ele esfregou os olhos, balançou a cabeça e caiu do cavalo.
O animal ainda caminhou alguns metros antes de parar para beber água.
Com os filtros no nariz, corremos rapidamente até ele.
Enquanto carregávamos o corpo para longe da trilha, eu sentia a adrenalina queimando dentro do corpo inteiro.
Tudo estava funcionando perfeitamente.
Fugindo do rancho
Depois de concluir a missão, seguimos rapidamente até um prédio isolado próximo ao rancho.
Lá dentro encontramos três mulheres presas.
Abrimos as celas e mandamos que fugissem em direção à estrada. Também avisamos para evitarem qualquer homem armado ou cavaleiros.
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ASSISTIR AGORA 🔞Assim que elas desapareceram pela trilha, nós iniciamos nossa retirada pelas montanhas.
O calor era sufocante, porém a adrenalina nos mantinha correndo.
Durante todo o caminho, eu só conseguia pensar em voltar vivo para casa.
De volta aos Estados Unidos
Horas depois chegamos ao SUV alugado.
Colocamos as provas dentro do cooler cheio de gelo e seguimos imediatamente para a fronteira.
O silêncio dentro do carro era pesado.
Quando finalmente chegamos ao posto de imigração, tentei agir normalmente. Mesmo assim, meu coração parecia querer explodir.
O agente olhou nossos documentos, fez algumas perguntas rápidas e nos liberou.
Naquele momento, senti um peso enorme saindo dos ombros.
Estávamos vivos.
E tínhamos conseguido.
Desejo depois do perigo
Depois de um banho rápido em casa, pedimos pizza.
A tensão da missão ainda estava presente, porém agora começava a se transformar em desejo.
Enquanto David escolhia algo na TV, eu me ajoelhei lentamente diante dele e puxei seu short para baixo.
O clima entre nós mudou instantaneamente.
Passei a provocá-lo devagar, sentindo o corpo dele reagir em minhas mãos. Aos poucos, o tesão acumulado durante toda a missão explodiu entre nós.
David segurou meus cabelos enquanto eu o chupava lentamente no sofá.
O silêncio da sala era quebrado apenas pela respiração pesada dele.
Minutos depois, ele gozou na minha boca enquanto eu o olhava com prazer.
Mais tarde, repetimos tudo outra vez na mesa da cozinha e depois no banho.
Depois de um dia cercado de morte, medo e adrenalina, só existia uma coisa capaz de nos fazer esquecer o resto do mundo:
o prazer que sentíamos um pelo outro.
A confirmação
Três dias depois, recebemos a confirmação oficial.
As provas eram compatíveis com os registros internacionais.
Marco estava morto.
Nós comemoramos discretamente, jantando fora e tentando voltar à rotina normal.
Porém, naquela noite, enquanto David sorria sentado ao meu lado, eu percebi algo.
Sobrevivemos juntos.
E isso tornava cada toque, cada beijo e cada momento de prazer ainda mais intenso.
