Missão Secreta Gay: O Alerta de Emergência

O Chamado de Emergência
Missão secreta gay: nosso próximo alerta aconteceu apenas três dias depois de conseguirmos nossas licenças de piloto. Naquela noite, uma embarcação da Guarda Costeira dos Estados Unidos havia sido atacada brutalmente no Golfo do México.
Segundo o relatório, traficantes vindos de Yucatán, rumo a Nova Orleans, abriram fogo contra o navio da USCG. Três tripulantes ficaram feridos e um morreu. Agora, os criminosos tentavam fugir de volta para o México em uma lancha extremamente veloz.
A missão secreta gay daquela noite parecia simples no papel: interceptar o barco antes que alcançasse águas mexicanas.
No entanto, sabíamos que aquilo poderia terminar da pior forma possível.
Corrida Contra o Tempo
Às 19h02, o dispositivo de alerta em nossa cozinha disparou.
RPT ELP URGENT. FGEAR-WEPS.
Aquilo significava:
- apresentação imediata;
- equipamento completo;
- armamento pesado.
Sem pensar duas vezes, eu e David saímos correndo de casa. Nem tivemos tempo para banho. Entramos na caminhonete e atravessamos El Paso furando sinais vermelhos enquanto o céu escuro era cortado pelas luzes do jato se aproximando do aeroporto.
Além disso, um policial militar começou a nos seguir depois das denúncias sobre excesso de velocidade. Mesmo assim, ignoramos completamente.
A prioridade era chegar ao aeroporto antes que a janela da missão se fechasse.
Decolagem em Alta Velocidade
Quando chegamos ao aeroporto, o jato já estava sendo abastecido.
Enquanto isso, trocamos de roupa rapidamente no banheiro do escritório e vestimos nossos Batsuits negros. Poucos minutos depois, já estávamos embarcando.
O piloto sequer esperou autorização completa da torre.
Assim que o canopy fechou, o jato disparou pela pista como um foguete.
Logo em seguida, fomos esmagados contra os assentos enquanto subíamos quase na vertical sobre El Paso. As luzes da cidade desapareceram abaixo de nós e, em questão de minutos, já cruzávamos o céu a velocidades absurdas.
A sensação era intensa.
E, de certa forma, viciante.
Sobrevoando o Golfo do México
Depois de pousarmos na base naval de Corpus Christi, um helicóptero já nos aguardava com os motores ligados.
Dessa vez, a operação aconteceria no escuro absoluto do Golfo do México.
Assim que embarcamos, o ar frio invadiu a cabine enquanto os rotores aceleravam acima das nossas cabeças. O piloto explicou que os traficantes estavam armados com rifles automáticos e até uma arma antiaérea improvisada.
Ou seja: se atirassem na gente, o plano mudaria imediatamente.
De captura…
Para destruição total.
Enquanto o helicóptero avançava sobre o mar, eu observava David sentado ao meu lado, concentrado e silencioso. Ainda assim, mesmo em meio ao caos, eu sentia aquele desejo constante queimando dentro de mim.
Porque entre nós sempre foi assim.
Perigo e tesão caminhavam lado a lado.
A Caçada no Mar
Depois de quase uma hora de voo, finalmente localizamos a lancha.
Ela avançava pelo mar escuro em alta velocidade, cortando as ondas rumo ao México.
Então, o helicóptero perdeu altitude.
Os pilotos ativaram os alto-falantes e emitiram o aviso em espanhol e inglês:
“Parem a embarcação e larguem as armas ou serão destruídos.”
Por alguns segundos, tudo ficou em silêncio.
Então vieram os primeiros clarões de tiros disparados do barco.
Eles haviam escolhido lutar.
David apenas virou o rosto para mim e sussurrou:
— Plano B.
Naquele instante, um frio percorreu minha espinha.
O Disparo Fatal
Enquanto o helicóptero manobrava sobre o oceano, abrimos nossa maleta especial.
Dentro dela estavam os projéteis nucleares compactos.
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ASSISTIR AGORA 🔞David preparou o lançador enquanto eu encaixava as peças do foguete com as mãos trêmulas. O vento gelado invadia a cabine aberta, misturado ao cheiro forte do mar.
Mesmo assim, ele permanecia calmo.
Sexy pra caralho.
Quando tudo ficou pronto, David apoiou o tubo no ombro e iniciou a sequência de disparo pelo Whispernet.
Eu conseguia ouvir sua respiração.
Cada palavra.
Cada confirmação.
Então…
Ele apertou o gatilho.
O foguete saiu rasgando o céu escuro enquanto o helicóptero fazia uma curva violenta para fugir da área.
Poucos minutos depois, a noite virou dia.
Uma explosão gigantesca iluminou o Golfo inteiro.
O impacto sacudiu o helicóptero com brutalidade.
E, quando voltamos ao local…
Não existia mais barco algum.
Nem destroços.
Nem corpos.
Nada.
Desejo Depois do Caos
Horas mais tarde, finalmente voltamos para casa.
David estava diferente.
Quieto.
Mais sensível do que o normal.
Depois do banho, apagamos todas as luzes da sala e espalhamos lençóis pelo chão.
Então fizemos amor lentamente.
Sem pressa.
Sem violência.
Eu massageei o corpo dele inteiro com óleo, deslizando minhas mãos pelos ombros, peito, barriga e coxas enquanto sentia sua respiração ficando cada vez mais pesada.
Naquela noite, o sexo não era apenas tesão.
Era conforto.
Era conexão.
Era a forma que encontramos para sobreviver mentalmente depois de tudo o que vimos no Golfo.
Mais tarde, já abraçados na cama, David permaneceu em silêncio por vários minutos antes de finalmente cochichar:
— Preciso dormir…
E eu apenas sorri, apertando meu corpo contra o dele no escuro.
Porque, naquele momento, tudo o que importava era sentir ele ali comigo.
