Relato: Abdel e Tony Ch. 02

Relato Real | Tempo de leitura: ~5 min

Abdel sempre soube que era diferente. Ele gostava de ser mandĂŁo. Fazia apostas com outros meninos e, se perdessem, o resultado seria um pouco humilhante.

Ele logo aprendeu que havia garotos que cediam facilmente, provavelmente porque gostavam, e alguns que tinham dificuldade em obedecer. Quando ele tinha dezoito anos, ele se viu visitando sites de fetiche, sites pornogrĂĄficos e descobriu que se sentia atraĂ­do por pornografia BDSM. Isso o assustou, saber que isso era estranho para muitas pessoas, mas ver homens sendo humilhados e recebendo dor realmente o excitou.

Em um site de bate-papo, ele viu um anĂșncio de uma festa de atropelamento e fetiche em uma boate. Ele vestiu seu mais novo agasalho e seu Nike Air Max ’90’s e tentou entrar. O segurança pediu sua identidade e, quando ele tentou blefar para entrar, o segurança trouxe o dono que lhe disse para voltar quando tivesse vinte e um anos.

Abdel tentou namorar pelo site de chat e começou pedindo ÂŁ 50 por tĂȘnis/pĂ©s/encontros de atropelamento. Ele tinha alguns clientes que gostavam de ser humilhados por um garoto ĂĄrabe. Isso lhe rendeu dinheiro suficiente para comprar algumas roupas bonitas, tĂȘnis e, aos dezenove anos, pagar suas aulas de direção.

Descobrir que gostava de fazer o que estava fazendo o assustou – perceber que a dor e a humilhação de alguĂ©m o excitavam. Ele pediu a AlĂĄ que o tornasse “normal”, mas isso nunca aconteceu. Um dia, um homem pediu-lhe que ficasse de pĂ©.

O homem estava deitado de costas enquanto usava o pé com suas superestrelas da Adidas para enfiar as bolas do homem na barriga. Ele então olhou nos olhos dele enquanto colocava o pé nas nozes, ouvindo o homem gemer enquanto acrescentava um pouco de peso. A combinação de mågoa e adoração fez algo com Abdel quando ele pisou com todo o seu peso nas bolas do homem.

O homem chorou de dor, mas continuou dizendo: “Obrigado, Mestre Abdel”. O poder que correu atravĂ©s dele deu-lhe uma ereção furiosa. Abdel começou a se masturbar, balançando para frente e para trĂĄs nas bolas do homem, esmagando-as.

Os gemidos e gritos e os agradecimentos do homem rapidamente o levaram ao limite e ele atirou sua carga no rosto do homem. Ele desceu das bolas, notando a impressão dos fios profundamente impressa. Ele caminhou até o peito do homem, esfregou as solas dos pés no próprio esperma, misturou com o pré-gozo do homem e o fez lamber.

Ele entĂŁo precisou dar um golpe, apontou o pau para o rosto do homem e esvaziou a bexiga. Depois de descer do alto da pisoteio, Abdel se sentiu culpado, imundo e mal. Ele nĂŁo conseguia acreditar no que tinha feito, mas o homem trouxe-lhe uma Coca-Cola e agradeceu-lhe profusamente.

Ele continuou dizendo que esta foi a melhor sessão que ele já teve e chamou Abdel de “verdadeiro mestre”, não como aqueles que participam dela apenas pelo dinheiro. O homem deu-lhe uma ótima gorjeta e quando Abdel voltou para casa, ele tinha muito em que pensar. Ele ficou deitado na cama chorando, sabendo que pedir a Alá para torná-lo normal nunca funcionaria.

As imagens do rosto daquele homem e como isso era bom encheram sua cabeça. Ele continuou se masturbando quatro vezes naquela noite. Ele sabia que precisava de alguém com quem conversar.

Em trĂȘs semanas, ele faria 18 anos e o clube o deixaria entrar. Abdel continuou a pagar suas despesas com o dinheiro que ganhava como dom. E entĂŁo, uma noite, ele se viu em Torremolinos com seus amigos que decidiram intimidar Tony novamente.

Ele não teria pensado que Tony era um substituto, mas, quando pensou no passado, estava certo. Ele riu de Raf e Simon humilhando Tony casualmente, Simon pisando nele, Raf conversando com ele com o pé no rosto de Tony. Christian havia perdido o interesse, mas sabia que Harry estava fascinado.

Ele sabia que Raf e Simon estavam apenas brincando, sendo meninos e tentando ver até onde conseguiriam ir. Mas com Harry havia algo mais. Abdel tinha lido muito sobre escravidão e como transformar alguém.

Ele decidiu tentar levar Tony para si. Depois que Raf levantou o pĂ©, Simon cuspiu em seu rosto, e Raf bateu com o pĂ© no rosto de Tony, esfregando a saliva de Simon, ele falou. “JĂĄ chega.

Isso nĂŁo Ă© mais engraçado. Saia de cima dele.”mais um dia de praia. Ele notou o olhar desapontado no rosto de Harry.

Quando eles foram e se sentaram na praia depois de nadar, Abdel e Christian se ofereceram para pegar algumas bebidas. Eles voltaram e encontraram Harry torcendo por Raf e Simon que estavam enxugando os pĂ©s em Tony, rindo e nĂŁo se importando com quem viu. “Tente pisar no pau dele”, Harry disse e Simon obedeceu.

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Tony rolou de dor, fazendo Simon cair. “VocĂȘ nĂŁo vai deixĂĄ-lo escapar impune, vai?” Harry desafiou os outros dois rapazes e Raf começou a chutar Tony nas costelas. Christian correu atĂ© lĂĄ primeiro e empurrou Raf para longe.

“Pare com isso, seus malditos bastardos!” ele gritou. Abdel o seguiu, olhando para os trĂȘs. “Isso nĂŁo estĂĄ bem, rapazes”, acrescentou Abdel, “isso tem que parar”.

O resto do dia foi bastante agradável. Às cinco horas, voltaram ao apartamento para tirar uma soneca antes de se prepararem para o jantar. Abdel estava na cama quando Tony entrou, timidamente, olhando para o chão.

“VocĂȘ estĂĄ bem?” Abdel perguntou. Tony começou a chorar. “Obrigado, Abdel, por me defender.

Sinto muito pelas coisas que fiz com seus Jordans. VocĂȘ deve ter ficado chocado. Sinto muito.” Abdel se aproximou e o abraçou.

“EstĂĄ tudo bem. Fiquei meio honrado quando vi vocĂȘ lambendo e beijando meus tĂȘnis.” Ele sorriu para Tony. “VocĂȘ gosta de pĂ©s e tĂȘnis?” Tony assentiu.

“Gosto muito deles.” Abdel ouviu. “Como vocĂȘ se sente?” ele perguntou. “VocĂȘ nĂŁo vai rir de mim ou usar isso contra mim?” Tony respondeu.

Abdel assentiu. “Eu nĂŁo vou, eu prometo.” Tony disse a ele que era tĂŁo bom, como se ele pertencesse. Tony sempre soube que era gay, mas se descobriu submisso, excitado por pĂ©s, sapatos, meias e humilhação.

Ele disse que sentia muito por ter feito isso com Abdel e pediu perdĂŁo. Abdel apenas olhou para ele e disse que estava tudo bem. “VocĂȘ gosta dos meus pĂ©s?” Abdel perguntou, puxando Tony para dentro.

Mal olhando para ele, Tony sussurrou que sim. “O que vocĂȘ disse?” Abdel perguntou, com um pouco mais de força. “Sim, Abdel.” Abdel riu, nĂŁo de uma forma maldosa, e Tony olhou para ele.

“Se vocĂȘ me pedir com educação, vou deixar vocĂȘ beijar minhas solas e deixar vocĂȘ chupar meus dedos dos pĂ©s. Mas vocĂȘ vai me chamar de ‘senhor’ ou ‘mestre’.” “Posso, por favor, beijar seus pĂ©s, Mestre Abdel?” na mĂŁo.Ele tambĂ©m notou uma protuberĂąncia na cueca de Tony. Abdel concedeu permissĂŁo para Tony esfregar sua ereção em seus pĂ©s.

Ele o fez ansiosamente, molhando a sola com prĂ©-sĂȘmen. “VocĂȘ quer fazer isso de novo?” ele perguntou. Tony concordou com entusiasmo.

Eu deixei vocĂȘ gozar, vocĂȘ deveria dizer ‘obrigado mestre Abdel’. Vou impedir que os outros façam essas coisas com vocĂȘ, a menos que queira puni-lo por alguma coisa. Quando estivermos sozinhos, vocĂȘ me chamarĂĄ de ‘Mestre Abdel’ e eu te chamo do que eu quiser.

Quando houver outras pessoas por perto, nos comportaremos normalmente. Ok?” “Obrigado, mestre Abdel”, respondeu Tony e eles ficaram em silĂȘncio. Abdel pesquisou sobre escravos, como quebrĂĄ-los e quando recompensĂĄ-los ou puni-los.

Tony, que não conseguia acreditar que conseguiu adorar os pés do garoto por quem ele tinha uma queda hå anos. Era uma situação ganha-ganha! Relatório.

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