Tesão Sem Internet
Uma viagem com meus dois amigos mais gostosos sempre prometia render alguma coisa boa, mas dessa vez tinha algo diferente no ar. Ainda dentro do carro, eu já sentia a tensão crescendo. Max, com aquela confiança exagerada de sempre, soltou:
— Finalmente vamos descansar… e talvez ver uns pornôs mais pesados.
Dan apenas sorriu de canto, mais quieto, como se tivesse medo de admitir o que realmente estava passando pela cabeça dele. Mas os corpos dos dois entregavam mais que qualquer palavra. Max estava com o moletom aberto, deixando parte do peito à mostra. Dan levantava a camiseta sem perceber, revelando a barriga definida que contraía a cada curva mais brusca da estrada.A cabana ficava isolada no meio das árvores, longe de tudo. O lugar perfeito pra passar uma semana sem precisar fingir nada.
Assim que entramos, Max largou a mochila num canto e já puxou o celular. Dan fez o mesmo. Em segundos, a expressão dos dois mudou.
— Sem sinal? — perguntei.
— Nada. Zero. — Max balançava o celular no ar como se aquilo pudesse trazer internet de volta.
Dan foi até a janela, depois pra varanda, tentando encontrar conexão. Cada movimento fazia algo marcar mais forte dentro do short dele. Max não estava muito diferente. Cada suspiro denunciava não só frustração… mas tesão também.Saí por um instante pra olhar a caixa de correio. Lá dentro havia apenas um aviso:
“Sem internet durante uma semana. Atualização do transmissor.”
Uma coincidência perfeita.
— Maravilha… — Max resmungou, passando a mão sobre o volume duro crescendo no short, fingindo que tinha sido sem querer.
— Então acabou? Sem filme, sem nada? — Dan perguntou, olhando pra mim como se esperasse alguma solução.
E eu tinha uma. Abri o armário embaixo da TV e peguei alguns DVDs.
— Tenho umas coisas aqui… mas já aviso: é pornô gay. Se vocês não se importarem.
Max congelou.
Dan também.
Por um segundo, o silêncio ficou pesado demais.
Só que os corpos deles reagiram antes das palavras. O volume de Max cresceu ainda mais dentro do short, e Dan engoliu seco, mudando o peso do corpo de um pé pro outro como se a roupa tivesse ficado apertada demais de repente.
Eles não precisaram responder.
Eu já sabia que queriam.
Coloquei o DVD e sentei no sofá. Max e Dan vieram logo atrás, tentando parecer tranquilos, mas as pernas tensas e as mãos ajustando o tecido dos shorts denunciavam tudo. Na tela, três caras musculosos começaram a se tocar devagar, explorando um ao outro sem pressa. O silêncio da sala ficou sufocante.
Max foi o primeiro a perder a pose. Tossiu seco, tentando disfarçar, mas o pau dele endurecendo por baixo do short já estava impossível de esconder. Dan ficou imóvel, os lábios entreabertos, respirando mais rápido.
— Ah, foda-se… — Max murmurou. — Já tô duro mesmo. Só não comenta isso com ninguém.
Sem esperar resposta, ele puxou o short e a cueca de uma vez. O pau saltou livre, duro, grosso, batendo de leve na barriga. Em seguida arrancou a camiseta também, como se não quisesse mais nenhuma barreira. Dan olhou pra ele, depois pra mim, depois pra tela.
— Sério isso…?
— Se não quiser, não precisa — falei calmamente. Mas aquilo bastou. Dan respirou fundo e começou a tirar a camiseta devagar. O corpo dele era diferente do de Max. Menos agressivamente musculoso, mais sensual. Pele lisa, barriga firme, cintura bonita. Ele desceu o short lentamente, como se o próprio ato estivesse excitando ele ainda mais.
A cueca caiu logo depois.
O pau dele já estava completamente duro.
Eu senti os dois me olhando.
Então tirei minha camiseta também, devagar, deixando eles observarem cada detalhe. Meu pau já estava latejando de tão duro.
Os dois encararam sem conseguir disfarçar.
Ficamos ali, lado a lado no sofá.
Três homens pelados.
Três paus duros.
Três corpos entendendo que aquela viagem tinha deixado de ser apenas uma viagem.
Era o começo de alguma coisa.
Na TV, os caras começaram a acelerar. Gemidos baixos preenchiam a sala.
Max abriu mais as pernas e segurou o próprio pau com força. O braço tensionou imediatamente enquanto ele começava a bater punheta sem vergonha nenhuma.
Dan observou por um instante antes de fazer o mesmo. A mão dele subia e descia devagar, mais sensual, explorando cada reação do próprio corpo.
Logo o ritmo dos dois começou a sincronizar.
Max era intenso, bruto, respirando pesado a cada bombeada.
Dan era mais lento, provocante.
Mas os dois estavam igualmente excitados.
Eu observava cada detalhe.
O peito largo de Max subindo rápido.
As veias grossas pulsando no pau dele.
O abdômen de Dan tremendo discretamente cada vez que apertava mais forte.
Então os dois olharam pra mim.
Como se esperassem eu entrar de vez naquela cena.
Segurei meu pau lentamente.
O calor percorreu meu corpo inteiro na hora.
Na TV, os atores gemiam mais alto.
Na sala, nossas respirações ficaram pesadas.
— Cara… — Max falou olhando pra Dan. — O jeito que tu bate punheta tá me deixando com mais tesão ainda.
Dan riu baixinho, nervoso.
— O Matt faz melhor ainda.
Aquilo deixou o clima ainda mais quente.
Nós três agora nos masturbávamos juntos, completamente entregues.
— Isso é estranho… — Max murmurou quase sem voz.
Ele apertou o próprio pau com mais força.
— …mas tá gostoso pra caralho.
E pela primeira vez nenhum deles tentou esconder.
Na tela, um dos caras começou a chupar o mamilo do outro devagar.
Aquilo mexeu com alguma coisa dentro da sala.
Dan foi o primeiro a parar de fingir que aquilo era “só um filme”. Encostou no sofá e começou a massagear os próprios mamilos, respirando cada vez mais fundo.
Max encarava ele sem conseguir desviar o olhar.
— Caralho… isso é meio errado.
Virei lentamente pra ele.
— Errado? Tá te deixando com tesão, não tá? Posso?
Ele não respondeu de imediato.
Mas o corpo respondeu primeiro.
O pau dele deu uma pulsada forte na mão.
Então ele assentiu.
Me aproximei devagar, segurando a cintura dele antes de encostar os lábios no mamilo. Passei a língua lentamente, depois comecei a chupar com calma.
Max praticamente desmontou.
O corpo inteiro dele tensionou na hora.
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ASSISTIR AGORA 🔞— Puta merda… — ele gemeu alto, acelerando a punheta.
Dan assistia tudo de boca aberta, claramente querendo o mesmo.
— Eu quero também…
Fui até ele.
O corpo de Dan tremia levemente quando segurei sua lateral. Então comecei a chupar o mamilo dele também, dessa vez mais fundo, mais intenso.
O gemido que saiu dele foi baixo… mas completamente sincero.
O tipo de som que vem direto do tesão.
Quando me afastei, os dois estavam ofegantes, os peitos brilhando de saliva, os paus tão duros que chegavam a tremer.
E eu sabia.
Eles tinham cruzado a primeira barreira de verdade.
Sem volta.
Quando voltei pro meu lugar no sofá, Max e Dan já pareciam diferentes. Não eram mais dois héteros curiosos vendo pornô gay.
Eles estavam entregues.
Os três começamos a bater punheta mais rápido, acompanhando o ritmo do filme.
O som das mãos molhadas de pré-gozo preenchia a sala.
Os gemidos na TV se misturavam aos nossos.
Max perdeu o controle primeiro.
Os quadris dele começaram a empurrar no ritmo da mão.
— Caralho… tá bom demais…
Dan respirava cada vez mais pesado, olhando alternadamente pra mim, pra Max e pra tela, incapaz de decidir o que excitava mais.
— Olha pra mim — falei baixo.
Os dois obedeceram.
Dois rostos completamente tomados pelo tesão.
Dois corpos no limite.
Dois paus brilhando de pré-gozo.
Aceleramos juntos.
O som das mãos batendo, das respirações falhando e dos gemidos ficou cada vez mais alto.
O cheiro de suor e tesão dominava a cabana.
Então Max gozou primeiro.
Um gemido alto escapou dele enquanto o pau pulsava forte, jorrando leite quente sobre a própria barriga em várias bombadas intensas.
Dan veio logo depois.
O gozo dele saiu mais longo, escorrendo pelo peito e pelas coxas enquanto ele tremia inteiro.
Eu gozei junto com eles.
Senti o corpo inteiro contrair enquanto o leite quente espalhava pela barriga.
E então…
Silêncio.
Pesado.
Quente.
Úmido.
Nós três ofegantes no sofá, cobertos de porra, iluminados apenas pela luz fraca da TV.
Sabendo de uma única coisa:
Uma linha tinha sido cruzada.
E aquilo era só o começo.
